Flanando pelos cadernos


Flanando pelos cadernos, segue no vídeo aqui que é pra ser o primeiro de outros. Não tem grandes explicações porque é um começo de processo, e eu gosto do processo que vem aos poucos. Continuei a reler o Impro, do Johnstone, a única referência explícita do trabalho. Grande cara, muito responsável por parte da minha cura particular ainda que jamais tenha havido doença.

Tenho pensado muito na palavra maleabilidade, em como tem me sido insuportável qualquer vontade de definição de qualquer coisa, qualquer coisa estática, analítica demais, de situações e principalmente de pessoas. Vem rápido Bruce Lee, aquela simpatia de adaptar-se como a água. No meio acadêmico, ou melhor ~ intelectual ~, seja lá o que é isso, e especialmente em um que envolve construção de personagem, essa obsessão analítica é quase insuportável. Haja saco. (Mas eu provavelmente estou projetando e quero apenas um detox pra retomar meus gostos.)

Nada disso tem a ver com o vídeo contudo. Foi bom fazer. Abrir a câmera, os cadernos, testar os ângulos, a equipagem. E daí largar.

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